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Para gostar de ler – estimulo à leitura infantil

estimulo à leitura infantil

Para gostar de ler – estimulo à leitura infantil

10 dicas para seu filho gostar de ler

Desde muito cedo, o bebê já pode e deve ter contato com livros. Manipular o próprio livro e ouvir diariamente histórias lidas pelos pais, além de ser um momento prazeroso, estimula a linguagem oral, aumenta o vocabulário, propicia o interesse pelo mundo da escrita, facilita a alfabetização e desperta o prazer e o hábito da leitura.

Mesmo sem saber ler, as crianças vão aprendendo que o título do livro está na capa, que cada página revela uma pequena parte da história, que o que se lê tem relação com as figuras e que a forma de contar uma história oralmente é diferente da história lida. Isto será muito importante, quando lá na frente, elas tiverem que escrever seus próprios textos.

Um bom livro infantil deve ter uma narrativa simples, com vocabulário acessível e do universo da criança, mas sem subestimar o pequeno leitor.

 

Veja algumas dicas práticas:

1) Para bebês e crianças bem pequenas escolha livros coloridos, com imagens grandes e de material resistente, como plástico, pano ou papel rígido, para que eles possam manipulá-los à vontade.

2) Muitos livros infantis são verdadeiros brinquedos. Uma ideia para despertar o interesse dos pequenos é comprar livros interativos, com partes para serem abertas ou puxadas, livros pop-up em que as imagens saltam do livro quando a página é virada, ou ainda livros com diferentes texturas e sons.

3) Livros infantis devem ser deixados ao alcance da criança da mesma forma que os brinquedos. Assim, quando quiser ela pode folhear e inventar histórias.

4) Organize uma pequena biblioteca no quarto de seu filho. Aqui no blog você vai encontrar muitas ideias práticas e criativas para criar um cantinho bem gostoso para a leitura.

5) Incentive seus familiares e amigos a presentear seu filho com livros em datas como Natal e aniversário. Um bom livro infantil, com uma história adequada à faixa etária da criança é um presente diferente e que certamente fará muito sucesso! Peça sugestões para um educador ou funcionário de uma livraria.

6) Inclua em sua programação de férias e finais de semana, a ida a livrarias, bibliotecas e feiras do livro. Este pode ser um passeio diferente e divertido! Se houver um cantinho especial para as crianças, deixe que folheiem os livros, leiam histórias e, se puder, escolham um livro para levar para casa.

7) Em aniversários, encontros com amigos e festas do pijama, organizar uma roda de contação de histórias é uma excelente opção de atividade. Leia para as crianças abusando da entonação, reproduzindo os sons e fazendo vozes diferentes, o que torna a história mais emocionante!

8) Insira a leitura na rotina da criança e transforme-a em um momento gostoso. Serão 15 a 20 minutos por dia muito preciosos! A hora de dormir pode ser uma boa escolha.

9) Após a alfabetização, incentive que a criança leia sozinha, mas não pare de ler para ela. O modelo de leitura fluente do adulto é importante. Além disso, quando um adulto lê em voz alta um livro mais difícil, a criança é capaz de compreendê-lo melhor do que se estivesse lendo sozinha.

10) Seja um exemplo para o seu filho! Se você já tem o hábito de leitura, leia na frente dele e comente com entusiasmo sobre o livro que está lendo. Se não tiver este hábito, peça indicações para amigos. Você verá como a leitura é contagiante e logo vai querer ler o próximo livro e o próximo!

 

Claro que nem sempre é possível seguir à risca todas essas dicas, mas não se preocupe: mesmo que você só consiga pôr em prática uma delas, isso já será um grande estímulo e incentivo para seu filho, além de poder proporcionar ótimos momentos entre vocês.

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O que é uma sessão de devolutiva?

Ao final do processo de avaliação que se inicia com a entrevista com os responsáveis e continua com a avaliação da criança propriamente dita, temos a sessão de devolutiva da avaliação. Consideramos esta uma das sessões mais importantes.
Nesta sessão apresentamos o relatório da avaliação. Lemos o resumo dos dados obtidos na anamnese, confirmamos algumas informações e acrescentamos outras perguntas que possam ter surgido após o contato direto com a criança. Mostramos os resultados da avaliação, verificamos se está de acordo com a percepção da família e esclarecemos as dúvidas. Damos o diagnóstico fonoaudiológico e falamos sobre a conduta indicada naquele momento. Por fim, orientamos a família sobre como proceder em casa em relação às dificuldades apresentadas pela criança e como podem criar uma rotina e um ambiente comunicativo mais favorável ao seu desenvolvimento.